sábado, 21 de maio de 2011
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Depois da Festa dos bandidos a Conta dos otarios
A 31 de dezembro de 2010, findou-se o octonado do presidente Luiz Inácio, que proclamou ter sido o maior e melhor de todos os governos.
No dia 1º de janeiro de 2011, teve início o quadriênio da senhora Dona Dilma e, sem demora, o Banco Central elevou o juro básico, ao mesmo tempo em que deixava claro que outros aumentos estavam previstos.
Já agora, mal completados 60 dias de governo, o mesmo Banco Central, aumentou pela segunda vez em meio por cento o juro básico, que passou para 11,75%, tudo por conta da inflação. Desta maneira, o Brasil cresceu na liderança mundial do juro real, descontada a inflação, agora a 6,1% ao ano, ficando a Austrália em segundo lugar, com 2% ao ano.
Não votei na senhora presidente, mas me parece conveniente, senão necessário, salientar que, enquanto ao governo do ex-presidente cabem todas as benemerências, as maleficências vêm sendo imputadas ao governo que se inaugura. Assim, a inflação apregoada surgiu de inopino no dia 1º, 2 ou 3 de janeiro, e dela não se sabia gorda e luzidia antes de 31 de dezembro, guardada nos refolhos oficiais para aparecer no dia 19 de janeiro a motivar o primeiro Ukase do Banco Central? Ou alguma coisa está mal contada nessa estória?
Afinal, houve o propósito de mascarar a inflação para não obnubilar o maior e melhor de todos os governos, deixando à malícia a incumbência de colocar no colo da senhora presidente, entre as flores da posse, a febre que se alastra? Sem falar em inapagável traço burlesco, o ministro da Fazenda do maior e melhor dos governos continua sendo o ministro da Fazenda do governo que acaba de descobrir uma conta de “saldos a pagar” que rivaliza com o dobro do custo estimado do trem bala do Rio a São Paulo.
Outro dado de particular relevo envolve a responsabilidade do ex-presidente da República, depois de terem sido quitados R$ 28 bilhões, destinados por ele no ano eleitoral, sobrevêm mais de R$ 98 bilhões a pagar, ou seja, quase o dobro do corte ou do “condicionamento” decretado pela atual presidente. Bastaria esse número para retratar o montante excepcional do gasto. Tenho receio de não ser exato em tais dados, mas o que me parece sem sombra de dúvida é que um governo regularmente organizado não pode gastar somas desta ordem de maneira anárquica. Nem de longe falo em desvios ou locupletamentos, pois não tenho elementos a respeito, mas me limito a registrar o fato em sua objetividade. E estes são espantosos. De tal maneira que, segundo a mesma fonte, o governo de Dona Dilma estaria examinando a hipótese de não honrar despesas bilionárias contraídas pelo governo qualificado de “o m aior e melhor de todos os governos em todos os tempos”.
Não sei qual será a decisão da senhora presidente diante da seleção de despesas contratadas pelo governo do ex-presidente, sabendo-se, contudo, que o cancelamento de contratos poderia alcançar R$ 39,9 bilhões. Os números são astronômicos e a facilidade com que se agia em matéria de dinheiro público autoriza o mais complacente observador a duvidar da sentença do presidente Luiz Inácio, segundo o qual o seu governo teria sido o maior e o melhor de todos os governos do país em todos os tempos.
Paulo Brossard - Advogado, Jurista, ex-deputado, ex-senador, ex-Ministro da Justiça, ministro aposentado do STF
terça-feira, 3 de maio de 2011
Abaixo-assinado Fim do Voto Obrigatório nas Eleições Brasileiras - Voto Livre Já
Abaixo-assinado
Fim do Voto Obrigatório
nas Eleições Brasileiras
Voto Livre Já
Para:Congresso Nacional Brasileiro
VOTO LIVRE PARA AS ELEIÇÕES EM TODO TERRITÓRIO BRASILEIRO REALIZADO PELOS TRs DOS ESTADOS BRASILEIROS E DO DISTRITO FEDERAL.
FIM DO VOTO OBRIGATÓRIO NAS ELEIÇÕES BRASILEIRAS, DEVE SER UMA CONQUISTA POPULAR JÁ QUE OS POLÍTICOS INSISTEM EM COLOCAR A OBRITORIEDADE DO VOTO A POPULAÇÃO BRASILEIRA. SOMOS UMA PAÍS ONDE A DEMOCRACIA É ESTABELECIDA E PARA QUE E PORQUE O VOTO TEM SER OBRIGATÓRIO NO SOLO BRASILEIRO. CHEGA DA GENTE SER CAPACHO NAS MÃOS DOS POLÍTICOS, LIBERDADE JÁ EM NOSSO VOTO E VONTADE. TEMOS O DIREITO DE IR I VIR COMO REGE A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA E PORQUE OS POLÍTICOS INSISTEM EM OBRIGAR O POVO A VOTAR.
FIM DO VOTO OBRIGATÓRIO PARA VEREADOR, PREFEITO, DEPUTADOS ESTADUAL E FEDERAL, SENADOR, PRESIDENTE DA REPÚBLICA E GOVERNANTES DO DISTRITO FEDERAL, ASSIM SENDO RESPECTIVAMENTE PARA SEUS VICES E SUPLENTES ENCABEÇADAS EM SUAS CHAPAS.
VOTO LIVRE JÁ ESTA, É A VONTADE DO POVO SE UNA A ESTA EMENDA POPULAR, REUNA COM AMIGOS IMPRIMA MILHARES E COLHA ASSINATURAS DE AMIGOS, VISINHOS E DE TODOS, PRECISAMOS COLHER MAIS DE DOIS MILHÕES DE ASSINATURAS EM TODO O BRASIL SE UNA NESTE GRITO DE LIBERDADE DE ESCOLHA. O BRASIL É LIVRE E O SEU VOTO TAMBÉM TEM QUE SER. VAMOS NESSA BRASIL LIVRE DA OBRIGATORIEDADE DO VOTO EM ELEIÇÕES.
Os signatários
O Abaixo-assinado Fim do Voto Obrigatório nas Eleições Brasileiras - Voto Livre Já , para Congresso Nacional Brasileiro foi criada e escrita pela comunidade Amigos de André Luiz e do Brasil.
Este abaixo-assinado encontra-se alojado na internet no site Petição Publica Brasil que disponibiliza um serviço público gratuito para abaixo-assinados (petições públicas) online.
Caso tenha alguma questão para o autor do abaixo-assinado poderá enviar através desta página de contato
Este abaixo-assinado encontra-se alojado na internet no site Petição Publica Brasil que disponibiliza um serviço público gratuito para abaixo-assinados (petições públicas) online.
Caso tenha alguma questão para o autor do abaixo-assinado poderá enviar através desta página de contato
domingo, 1 de maio de 2011
Vc se lembra da Jorgina, aquela do INSS?
A notícia:
Fraudadora condenada sai da cadeia durante o dia e é nomeada assessora de órgão público do governo do Estado do Rio!
Pasmem! Jorgina de Freitas a maior FRAUDADORA do INSS já identificada, foi nomeada ASSESSORA do Presidente da CEDAE, Wagner Victer. Inacreditável! Essa "senhora" é a maior fraudadora da Previdência Social que o Brasil já conheceu. Trata-se da ex-procuradora do INSS, Jorgina de Freitas, que em 1992, foi condenada junto com o juiz Nestor José Nascimento e o advogado Ilson Escóssia por fraudes que desviaram R$ 310 milhões do INSS.
Posteriormente, Jorgina foi condenada a devolver aos cofres públicos R$ 200 milhões (sobre os R$110 milhões faltantes, não se falou mais...). Ela fugiu do Brasil e foi presa na Costa Rica em 1997.
Agora, embora continue cumprindo a pena, Jorgina de Freitas passou ao regime semi-aberto, porque conseguiu um emprego. Adivinhem onde?
Foi contratada pela CEDAE como assessora do presidente da empresa, Wagner Victer.
Acreditem se quiserem!
Vejam a nota do jornalista Claudio Humberto a respeito:
Bem, uma pergunta não quer calar. Que tipo de assessoria Jorgina de Freitas pode estar prestando a Wagner Victer? Bem, de água ela não entende, mas de fato, é inegável, passou uma boa parte da sua vida “chafurdando no esgoto”, desviando dinheiro dos aposentados e pensionistasdeste País.
Também não podemos esquecer que, se na Secretaria de Saúde o “mar de lama” se espalhou, na CEDAE é um “mar de esgoto”, de tantas irregularidades praticadas na gestão de Wagner Victer.
Talvez por isso, Victer convocou os “prestimosos serviços” da maior fraudadora do INSS da história.
E aí Victer, não vai dizer nada? A população está aguardando suas explicações...
Vejam mais no link abaixo:
Assinar:
Postagens (Atom)